Papa pede justiça na distribuição dos rendimentos e saúda Campanha da Fraternidade
Início » Notícias » Papa pede justiça na distribuição dos rendimentos e saúda Campanha da Fraternidade
O Papa pediu hoje que o Brasil seja justo na distribuição dos rendimentos entre toda a população e saudou a Campanha da Fraternidade, iniciativa quaresmal da Igreja Católica local que este ano é dedicada à saúde pública.
Na mensagem enviada ao presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulgada pela Sala de Imprensa da Santa Sé, Bento XVI espera que o país seja “próspero na economia, justo na participação das riquezas, alegre no serviço público, equânime no poder e fraterno no desenvolvimento”.
A Campanha que começa hoje, primeiro dia da Quaresma, nas mais de 10 mil paróquias brasileiras, é dedicada ao tema “Fraternidade e Saúde Pública” e tem como mote "que a saúde se difunda sobre a terra", baseado numa passagem do livro bíblico do Eclesiástico.
A missiva papal dirigida ao cardeal Raymundo Damasceno Assis faz votos de que a iniciativa se traduza numa “solidariedade cada vez mais profunda para com os doentes, tantas vezes sofrendo mais pela solidão e abandono do que pela doença”.
O documento que suporta a iniciativa, elaborado pela CNBB e disponível no seu site, refere que o financiamento da saúde pública é “problemático” e “insuficiente”: “É preocupante o não cumprimento sistemático, por muitos governantes, do mínimo de investimento em saúde pública”.
O texto do episcopado brasileiro reconhece os avanços do sistema público de saúde mas frisa que é preciso “melhorar o atendimento” e “diminuir as reclamações em relação ao desrespeito e à dignidade humana, frente à vulnerabilidade do sofrimento e da doença”.
Os bispos lembram o trabalho que a Igreja tem desenvolvido na área da saúde, como o combate à redução da mortalidade infantil e as parcerias com o Ministério da Saúde no diagnóstico precoce da SIDA e da sífilis.
Bento XVI sublinha que a saúde, palavra com origem no termo latino “salus” (salvação) “vai muito além de um simples bem-estar corporal”, e é por esse motivo, explica, que as narrativas da Bíblia descrevem Jesus a realizar diversas curas.
O Papa manifesta na sua mensagem o desejo de que a Campanha ajude os doentes a compreender que “a doença é prova dolorosa” mas “pode ser, na união com Cristo crucificado e ressuscitado, uma participação no mistério do sofrimento d’Ele para a salvação do mundo”.
A abertura oficial da Campanha da Fraternidade está marcada para esta tarde na sede da CNBB, em Brasília, com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A Quaresma é um período de 40 dias, excetuando os domingos, marcado por apelos ao jejum, partilha e penitência, que servem de preparação para a Páscoa, a principal festa do calendário cristão.
Agência Ecclesia
Na mensagem enviada ao presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulgada pela Sala de Imprensa da Santa Sé, Bento XVI espera que o país seja “próspero na economia, justo na participação das riquezas, alegre no serviço público, equânime no poder e fraterno no desenvolvimento”.
A Campanha que começa hoje, primeiro dia da Quaresma, nas mais de 10 mil paróquias brasileiras, é dedicada ao tema “Fraternidade e Saúde Pública” e tem como mote "que a saúde se difunda sobre a terra", baseado numa passagem do livro bíblico do Eclesiástico.
A missiva papal dirigida ao cardeal Raymundo Damasceno Assis faz votos de que a iniciativa se traduza numa “solidariedade cada vez mais profunda para com os doentes, tantas vezes sofrendo mais pela solidão e abandono do que pela doença”.
O documento que suporta a iniciativa, elaborado pela CNBB e disponível no seu site, refere que o financiamento da saúde pública é “problemático” e “insuficiente”: “É preocupante o não cumprimento sistemático, por muitos governantes, do mínimo de investimento em saúde pública”.
O texto do episcopado brasileiro reconhece os avanços do sistema público de saúde mas frisa que é preciso “melhorar o atendimento” e “diminuir as reclamações em relação ao desrespeito e à dignidade humana, frente à vulnerabilidade do sofrimento e da doença”.
Os bispos lembram o trabalho que a Igreja tem desenvolvido na área da saúde, como o combate à redução da mortalidade infantil e as parcerias com o Ministério da Saúde no diagnóstico precoce da SIDA e da sífilis.
Bento XVI sublinha que a saúde, palavra com origem no termo latino “salus” (salvação) “vai muito além de um simples bem-estar corporal”, e é por esse motivo, explica, que as narrativas da Bíblia descrevem Jesus a realizar diversas curas.
O Papa manifesta na sua mensagem o desejo de que a Campanha ajude os doentes a compreender que “a doença é prova dolorosa” mas “pode ser, na união com Cristo crucificado e ressuscitado, uma participação no mistério do sofrimento d’Ele para a salvação do mundo”.
A abertura oficial da Campanha da Fraternidade está marcada para esta tarde na sede da CNBB, em Brasília, com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A Quaresma é um período de 40 dias, excetuando os domingos, marcado por apelos ao jejum, partilha e penitência, que servem de preparação para a Páscoa, a principal festa do calendário cristão.
Agência Ecclesia
Assuntos relacionados
Quase tudo pronto para a Vigésima Quinta Romaria de Serafina Corrêa
Palestra sobre gestão de crédito será oferecida aos empresários de Guaporé
Monólogo sobre Ghandi acontece nesta sexta em Guaporé
Giz antialérgico passa a ser sugerido para as escolas
É anunciado novo concurso para professores e funcionários de escolas
Rádio Sarandi








